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segunda-feira, 4 de março de 2013

Fogo no Templo

O Tabernáculo era o Templo móvel de Israel na peregrinação à Terra Prometida. Entre os muitos utensílios havia o candelabro de ouro puro. A ordem divina era que suas sete hastes estivessem continuamente acesas. Para isso os sacerdotes teriam de colocar azeite puro de oliveira continuamente. ( Ex. 27.20 ) Sob a Nova Aliança cada nascido de Deus é um Templo ambulante do Espírito Santo rumo aos céus. Esse novo templo, a exemplo do Tabernáculo, também precisa do óleo para manter-se acesso. Sua luz não pode se apagar nunca porque ela representa a presença de Deus. Os sacerdotes se dividiam em turnos para não deixar o Templo no escuro. O azeite não podia acabar. Era sacrifício constante. As chamas do candelabro hoje são a fé viva e ativa. Fé racional, inteligente e sobrenatural que exige o sacrifício da própria vontade. Para se mantê-la é necessário o sacrifício permanente do próprio eu em benefício da vontade de Deus. Se fizer um balanço do porque tantos crentes apagados, vai se constatar a falta de luz. É a ausência do Espírito. E há falta de luz porque há falta do azeite puro. Sem combustível não há fogo. Sem fogo não há luz e, conseqüentemente, trevas…

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